domingo, 3 de maio de 2009

Quem é o cozinheiro aqui?




Eu nem sou bem uma apaixonada pela comida do norte; e carne com pão também não é o meu forte, até porque as minhas têm que ser com bife de peru. Mas fiz e fiz muito bem, tive a aprovação de todos e encomendas.
Vamos ver se as próximas também correm tão bem… Quanto à receita?! Segredo nosso…

terça-feira, 28 de abril de 2009

Ti marta


Existem pessoas na vida que nos marcam; existem pessoas na vida que não nos queremos ver livre; existem pessoas na vida que mereciam que eu estivesse lá naquele dia; existem pessoas na vida… que ainda bem que existem.

O dia não deixa de ser dia por eu não estar lá (fisicamente), tens pessoas magnificas à tua volta que te fazem voar neste dia, mesmo assim eu prometo compensar-te… porque tu raramente não estiveste lá… Parabéns minha papoilinha do norte :)

Queria fotos com a tua personalidade mesmo, mas só encontrei estas normais, mas acho que tão boas.


Quero voltar

É só para avisar
os meus amiguinhos
que vou voltar,
e estou cheia de coisas para escrever...
sabem?! tou com aquela força toda!!

domingo, 29 de março de 2009

Tia eu? Naaa

A minha mãe costuma dizer que não existe melhor solução para a insónia do que cair à cama depois de um dia de cão… e assim foi! Patroa de mim mesma, meti uma semana de férias e convenci a mãe a meter também.
Para todos os que acham que sou tia por beber chá de dedo espetado; de ser tia por ter uma maneira característica de falar; de ser tia por não gostar de certas coisas e gostar de outras coisas certas; digo-vos já que só vou ser tia quando a mana tiver filhos.
Tia que é tia não calça galochas verde-garrafa tamanho 43 a combinar com calças bombazina tropa do século passado, t-shirt vermelha arranjada em qualquer promoção, camisola azul de lã e cabelo amarrado sem ser penteado. Pior do que o “modelito” eram os acessórios, pulseiras, brincos e colares deram lugar ao pente, gancho, coisinho que arranca e à tesourinha, que é o mesmo que dizer ancinho, foice, enxada e tesoura de poda. Fui cavar e durante três dias dormi que nem pedra, arranquei lagartas com as mãos (que são aquelas plantinhas horríveis que nascem em qualquer sitio), podei laranjeiras e deixei o quintal limpinho.
Cavar é a melhor terapia de sempre, mesmo que se chegue a casa e se tenha que tirar terra das unhas, picos das mãos e ervas do cabelo. Se alguém precisar tenho lá montes de terreno, de qualquer das maneiras depois de um banho volto a ser eu outra vez, só que agora sem olheiras.



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Escrevam...


Gosto de escrever, escrevo com amor tudo o que me apetece…
Agora sou obrigada a escrever e falta aquele bocadinho de liberdade.
A todos aqueles que nesta altura precisam do mesmo que eu, força e muito boa sorte para a Tese, escrevam com amor :)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Casas e familias...

Quando cheguei à Covilhã não podia pedir uma casa com vista para o mar… Nem dar-me tão bem como com a minha família, nem ter uma “mãe” a fazer-me sopa quando eu estava doente… e mesmo que não tenha ficado os cinco anos na mesma casa, os cinco anos com as mesmas pessoas, ali sim foi a minha casa e aquela sim foi a minha família. Gosto muito de vocês moças, gosto muito de si D. Rosa e gosto muito daquela casa, a minha casa…

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Choradeira e ranhoca


Íamos todos com medo e curiosidade…
Como serão os nossos colegas? Vamo-nos dar bem? Arquitectura é assim tão difícil? Os professores são todos velhos, carecas e com barriga? A Covilhã tem alguma coisa para se fazer? Vamos perder a nossa vida social? Vamos acabar a licenciatura em seis anos? Vamos ser todos amigos ou todos egoístas? Vamos ser arquitectos quando sairmos daqui? Serão bons estes anos? Vamos ficar fartos e com vontade de ir para casa? Vamos dar-nos com os professores “tu cá, tu lá”?
E quando damos por nós estamos mais velhos; estamos a acabar o curso; estamos a sentir o peso da saudade deles e delas; de estudar e de sair; de nos deitarmos às horas que devíamos acordar; de nos chatearmos hoje e darmos beijinhos amanhã; de ser estudante; de ser parvo; de fazer asneiras; de ter responsabilidades mas não pagar dividas; de entregar trabalho incompleto; de adormecer de manhã; de tirar férias; de convidar pessoas para jantar e dividir as despesas.




Conseguimos, todos juntos, ou quase todos juntas acabar isto… Noites a trabalhar, noites nos copos, tardes na escola e no café, manhãs na cama ou nas frequências; amores e desamores, amizades e cumplicidades, zangas e chatices… Saudades do bom e do mau…

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fondue à tia

Pode até aparecer aqui um bocadinho fora de contexto… mas também ninguem sabe
Como é que eu deixei passar este feito, foi só falar bem dele que convidou logo toda a gente para jantar la em casa. “ai que tenho lareira, ai que tenho o tacho para o fondue, ai que tenho isto e aquilo”, yah pois só não tens é luz!!
Para abrilhantar o jantar e ficar ao nível da vaca da California e do peru do Brasil, levei canela para o molho, mas eles acharam melhor não fazer, não sabem o que é bom, é o que é!
O jantar podia ter corrido bem se eu conseguisse ver o que estava a fazer, que isto de ver se a carne ta frita, às escuras… e saber se tenho vinho no copo? Já para não falar das asneiras que se fazem, mas afinal, quando a luz não abunda as coisas até se tornam giras…

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Prendas... Prendinhas...



Com especial atenção para o pedido de uma NÃO assídua visita no meu blog, aqui vai o que elas me ofereceram…

E depois querem que eu não me sinta envelhecida, para não dizer outra coisa, uns oferecem-me sessões em Spas; outras cremes, para as mãos, para os pés, para as rugas…

Prometo que coloco fotografias da festa, dedicadas às que por razões de força maior, não conseguiram estar presentes, quando a NÃO assídua visita me ceder as mesmas…

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Quando for grande quero fazer o que gosto... FESTAS


Nós ainda não temos um nome a sério, mas já somos um “nome” a não esquecer; nós não sabemos cozinhar, mas fazemos comida como ninguém; nós gostamos de ter sempre uma surpresa, apesar de sermos sempre nós as surpreendidas…

A nossa primeira grande festa era a inauguração da casa do David, eram mais ou menos dezasseis pessoas, era no dia da entrega de projecto, era num dia de chuva e que fazia muito frio. Os utensílios não eram muitos, o que havia era novo e tínhamos que ter cuidado, os gostos das pessoas ninguém sabia e o orçamento não podia ser para casamento…
Fazemos as festas, com a condição de, no grande dia, sermos simples convidadas :)